domingo, 8 de maio de 2016

Janeiro: Nova Zelândia, Gibraltar e Bulgária

Outro destaque em janeiro (além das normas conquistadas) foi a participação de brasileiros em torneios no exterior.
De 2 a 10 o GM Alexandr Fier participou do 123º Campeonato Neo-zelandês (veja também matéria no ChessBase). O Campeonato é, em realidade, um abertão em que o melhor kiwi é declarado campeão nacional, e é realizado em um festival que inclui ainda torneios de rápido e relâmpago. O GM britânico Gawain Jones venceu o torneio principal com 7½/9 (+6=3). Três jogadores ficaram a meio ponto do campeão: os GMs Ju Wenjun, Ma Qun e Nigel Short. Fier foi um dos três que ficaram a um ponto do campeão. Jones, Ma e Fier foram os únicos invictos do torneio. Fier ganhou nove pontos de rating com seu resultado. Entre os neo-zelandeses, os MFs Alexei Kulashko e Michael Steadman, ambos com 6 pontos, dividiram o título nacional. A MFF Layla Timergazi e a CM Helen Milligan, ambas com 4½ dividiram o título neo-zelandês feminino. A esposa de Fier, a GMF francesa Nino Maisuradze também participou da prova, fazendo meio ponto a menos que o brasileiro. Fier e Maisuradze jogaram também outros torneios do festival. No Neo-zelandês de xadrez rápido ambos fizeram 6 pontos. Ma venceu o rápido com 9/9! Jones ficou em segundo a um ponto. Alexandr e Nino jogaram ainda o Neo-zelandês relâmpago. O brasileiro foi o terceiro colocado, com 7/9. Maisuradze dividiu a quinta posição, a um ponto do esposo. Ma e Jones dividiram o título com 8/9. O festival incluiu ainda dois relâmpagos matinais. No primeiro, Fier foi o campeão com 7/7. No segundo, foi a vez de Maisuradze sagrar-se campeã, com 6/7.
Quatro brasileiros disputaram o Festival Tradewise Gibraltar: o MI Yago de Moura Santiago, o MF Felipe Kubiaki Menna Barreto, o CM Jorge Alberto Duardes Boabaid e José Antonio Silveira Gonçalves. No principal torneio, o Masters, Menna Barreto teve o melhor desempenho, terminando com 5/10 (+4=2-4). Santiago fez 4½ (+3=3-4), enquanto Gonçaves fez 4 (+3=2-5). O torneio foi vencido pelo GM francês Maxime Vachier-Lagrave, com 8/10, após dois desempates (um rápido e um relâmpago) contra o GM estadunidense Hikaru Nakamura, que alcançou a mesma pontuação. No Challenger A (25 a 29/1), Kubiaki terminou em terceiro com 4/5 (+3=2), enquanto José Antonio fez um ponto (+1-4). Nas mesmas datas, no Amateur A, Boabaid marcou 2/5 (+1=2-2). No Challenger B (30/1 a 3/2) Felipe foi o vice-campeão, com 4½/5 (+4=1). No Amateur B, Boabaid marcou 3/5 (+3-2). No cômputo de todos os torneios, quanto a rating, o festival não foi muito favorável aos brasileiros: o MI perdeu 17,2; o MF foi o único a ganhar,  com 25,6; o CM perdeu 38,2, enquanto o não titulado perdeu 4,2.
Entre 31 de janeiro e 7 de fevereiro Fier disputou (e venceu!) o Aberto da Bulgária. O GM brasileiro foi o único da prova a alcançar 8/9 (+7=2). Com o resultado Fier colheu mais onze pontos de rating. A prova contou com 241 jogadores de15 países, com 48 titulados (10 GMs). Um belíssimo resultado para o nosso GM!

terça-feira, 8 de março de 2016

Dia Internacional da Mulher

Hoje é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Como pode ser visto no artigo da Wikipédia, a data inicialmente estava ligada às lutas das mulheres por melhores condições de trabalho (notadamente de inspiração esquerdista) e pelo direito ao voto. Vamos então aproveitar a data para destacar algumas mulheres que se destacaram nas quatro áreas que são os temas mais constantes deste blog: cubo mágico, física, matemática e xadrez.

Jessica Fridrich
Jessica Fridrich
No cubo mágico o grande destaque é checa Jessica Fridrich (veja também sua página pessoal). Participante do 1º Campeonato Mundial de Cubo Mágico em 1982, ela ficou mais conhecida por documentar e popularizar o método mais usado pelos speedcubers. Atualmente um destaque é a australiana Jasmine Lee. Embora ultimamente ela não tem se destacado tanto, ela participou de todos os Campeonatos Mundiais, exceto o primeiro (o 2º foi realizado em Toronto em 2003 e eles são bienais desde então; o último aconteceu no ano passado em São Paulo), já foi vice-campeã mundial no Rubik's Clock e foi detetora de diversos recordes continentais entre 2003 e 2007. No Brasil, um destaque é Thaynara Santana de Oliveira. Thayanara está nos cem mais do Brasil em quase a totalidade das categorias em que já participou e é delegada da Associação Mundial de Cubo Mágico.

Marie Curie
Marie Curie
Na física, o destaque não poderia deixar de ser Marie Curie, a única pessoa a ganhar prêmios nóbeis em duas categorias científicas distintas (Física em 1903 e Química em 1911). Os feitos de Mme. Curie são tantos e tão grandiosos que ela dispensa qualquer apresentação adicional. Atualmente, podemos destacar Lisa Randall. Trabalhando em física de partículas e cosmologia, Randall ficou conhecida pelo modelo Randall-Sumdrum. No Brasil, destacamos a astrofísica da UFRGS Thaisa Storchi Bergmann.

Maria Gaetana Agnesi
Maria Gaetana Agnesi
Na matemática, destacamos a italiana Maria Gaetana Agnesi. Agnesi foi a primeira mulher a ocupar uma cadeira de matemática em uma Universidade. Além disso, foi autora do primeiro livro tendo tanto o cálculo diferencial quanto o integral como assuntos. Atualmente, destacamos a iraniana Maryam Mirzakhani, que em 2014 tornou-se a primeira mulher a receber a Medalha Fields. No Brasil, destamos Valéria Correa Vaz de Paiva, especialista em teoria de tipos.

Vera Menchik
Vera Menchik

No xadrez, o nome que salta à vista é o de Vera Menchik. Menchik foi a primeira campeã mundial de xadrez. Ao conquistar o título, em 1927, viu sua irmã mais nova, Olga Menchik ser vice-campeã. Vera  defendeu com sucesso o título em seis ocasiões e o manteve até sua trágica morte, vítima (juntamente com Olga e a mãe das duas) de um bombardeio em Londres na 2ª Guerra. Além de ser a campeã mundial feminina, Vera participou de diversos fortes torneios internacionais, especialmente em Hastings. Embora a maioria de suas participações tenham tido resultados discretos, Vera colecionou um importante número de vitórias individuais, inclusive sobre o futuro campeão mundial Max Euwe, dando origem ao "Clube Vera Menchik". Atualmente, o destaque não poderia deixar de ser a chinesa Hou Yifan. Duas vezes campeã do mundo (2010, aos 16 anos e 2013), Hou está atualmente desafiando a atual campeã, Mariya Muzychuk, em match de dez partidas pelo título. Líder do ranking mundial e tendo 143 pontos de rating a mais que sua adversária, a chinesa é considerada favorita no confronto. Passada exatamente a metade da séria, Yifan lidera com uma vitória e quatro empates. No Brasil, o destaque fica com a MIF Juliana Sayumi Terao, atual campeã nacional.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Norma, norma, norma!

Em janeiro algumas normas foram conquistas por brasileiros. Destaque para a terceira e definitiva norma de GM de Evandro Amorim Barbosa (hoje MI), que também alcançou os 2500 de rating necessários e deve receber o título em definitivo brevemente, tornando-se o décimo-segundo grande mestre brasileiro. Vamos fazer uma revisão de todas as normas alcançadas (e de algumas oportunidades perdidas também).
De 9 a 17, como já reportamos, aconteceu o Campeonato Brasileiro. Nele, o MF paranaense Ernani Francisco Choma conquistou norma de MI (além de ter ficado com a terceira colocação). Se por um lado o Brasileiro tem produzido um bom número de normas de MI, por outro sua pouca atratividade para os GMs têm impossibilitado que normas para o grau máximo de excelência no xadrez sejam disputadas.
Paralelamente (ou seja, no mesmo local e período) ao Brasileiro, aconteceu o Memorial Marcel Duchamp. Também neste torneio perdeu-se a oportunidade de oferecer a chance de norma de GM. Substituindo-se Luiz Antonio Manzi (não há uma crítica aqui ao jogador mas sim ai fato que seu rating fazia dele uma escolha pobre para participar do evento) por um dos MIs residentes no Rio (Diego Di Berardino ou o uruguaio Luis Rodi, já que Limp estava no Brasileiro) abriria-se esta possibilidade. Com os participantes que teve o evento propiciava apenas a chance de normas de GMF às jogadoras participantes, além de normas de MI para as mesmas e para o próprio Manzi (que, infelizmente, teve um mal desempenho e nenhuma chance prática de norma). As jogadoras foram as MIFs Juliana Sayumi Terao e Vanessa Feliciano, e suas colegas argentinas Ayelen Martínez e Marisa Zuriel. Esta última com 5½/9 conquistou a norma de GMF.
O II Floripa Chess Open aconteceu em Florianópolis de 16 a 22. A prova foi vencida pelo GM peruano Julio Granda, com 8½/10, meio a mais que um grupo de sete jogadores. O MI Luis Supi conquistou uma norma de GM, enquanto o MF Álvaro Aranha conquistou uma de MI. O torneio é hoje o principal aberto no país. Infelizmente porém, em suas duas edições viu o Brasileiro (sempre previsto para dezembro) ser adiado e coincidir com sua data. Na sequência do aberto (de 23 s 28) foram realizados dois torneios fechados justamente para proporcionar a alguns jogadores chances de norma. No III Floripa Chess Masters, havia a possibilidade de normas de GM e MI. Ninguém as conseguiu mas o MI Renato Quintiliano Pinto teve uma desempenho bastante bom, com um performance de 2550 (para a norma de GM é necessária uma performance de 2600). No Magistral Lourenço João Cordioli havia apenas a chance de normas de MI (na verdade a paraguaia Gabriela Vargas poderia também conquistar normas de MIF ou GMF). Nenhuma norma foi alcançada, no entanto. O MN Lucas Aguiar Cunha teve chances até ser derrotado na última rodada pelo MI sérvio Dragan Stamenkovic, terminando com 6 pontos. O MF João Danilo Mandetta também teve um bom desempenho, terminando invicto e também com 6, mas suas chances acabaram antes. A prova foi vencida pelo MI argentino Leandro Perdomo.
A Etapa de Natal-RN do Circuito de GM do Nordeste em realidade estendeu-se até 4 de fevereiro (teve início em 27 de janeiro). O MI mineiro Evandro Amorim Barbosa venceu a prova com 7/9 (+5=4), mesma pontuação e melhor desempate que o GM Darcy Gustavo Lima. Como já adiantamos, com o resultado Evandro faz jus ao título de GM.

Lima e Barbosa enfrentam-se em Natal. Foto: Federação Potiguar de Xadrez
Lima e Barbosa enfrentam-se em Natal. Foto: Federação Potiguar de Xadrez
Por fim, deixemos aqui a inspiração para o título desta postagem. 8-)


sábado, 20 de fevereiro de 2016

A piada mais datada de TBBT

No terceiro episódio da primeira temporada de "The Big Bang Theory", "The Fuzzy Boots Corollary" (lançado em 8 de outubro de 2007), Leonard e Penny encontram-se para jantar. Penny esperava encontrar toda a trupe de físicos (mais o Howard), mas Leonard manobrou para que fossem só os dois no jantar. Após dar desculpas para o não aparecimento dos demais o diálogo (tradução minha a partir da transcrição da página "big bang theory transcripts" - emoções por adição da minha memória, não revi o episódio para escrever essa postagem) chega a um ponto constragedor e, após breve pausa segue assim:

Penny (tentando quebrar o gelo): "E então, o que há de novo no mundo da física?"
Leonard: "Nada."
Penny (surpresa): "Sério, nada?"
Leonard (tom professoral): "Bem, como a exceção da Teoria das Cordas, nada de importante acontece desde os anos 30, e você não pode provar a Teoria das Cordas, quando muito você pode dizer:" (muda para tom jocoso) "Ei!, veja, minha ideia tem uma lógica interna consistente."
Penny: "Ah. Bem, tenho certeza que as coisas vão melhorar."

E melhoraram, de fato! Cada vez mais o avanço tecnológico permite a leitura de diminutas diferenças em medições físicas. Esse avanço, aliado a engenhosas concepções experimentais, permitiram um grande avanço na física experimental.
Assim, em 14 de março de 2013, o CERN confirmou a descoberta do bosón de Higgs. O resultado teve grande cobertura da mídia, no geral, em linhas como "descoberta a partícula de Deus". A partícula havia sido prevista em papers publicados em 1964 por seis autores. Em dezembro de 2013, dois do seis, Peter Ware Higgs (que, a contra-gosto, empresta seu nome à partícula) e François Englert, receberam o Nobel de física.
Agora, na quinta-feira da semana passada (11/2/2016), foi anunciada a primeira observação de ondas gravitacionais. Detectada em 24 de setembro de 2015 pelo observatório LIGO, a onda gravitacional detectada foi originada pela colisão de dois buraco negros a mais de um bilhão de anos-luz. Veja uma explicação em texto da descoberta, outra em vídeo e a publicação dos resultados. O Brasil também tem um observatório de ondas gravitacionais, cujo nome homenageia, com justiça, Mário Schenberg.
Rigorosamente falando, a piada já nasceu velha: em 17 de março do mesmo ano em que a série estreou, já foram divulgados os dados conciliados dos três primeiros anos de funcionamento do WMAP. O WMAP foi responsável pela medição da radiação cosmológica de fundo, e de todos os seus resultados divulgados, os de três anos me parecem ter promovido o maior impacto na cosmologia.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Juliana Terao vence o Brasileiro Feminino

A MIF Juliana Sayumi Terao venceu o 55º Campeonato Brasileiro Feminino de Xadrez. Terao marcou sete pontos nas nove rodadas realizadas pelo sistema Schurig (+5=4). Esse é o segundo título de Juliana na prova (o primeiro havia sido em 2012).
A MIF Vanessa Feliciano, também invicta, ficou a meio ponto de Juliana e foi a vice-campeã. A MFF Suzana Chang com seis pontos e uma vitória a mais que a também MFF Julia Alboredo ficou com a terceira colocação.

Chang, Terao e Feliciano - foto: XadrezTotal
Chang, Terao e Feliciano - foto: XadrezTotal
O Campeonato foi realizado no Espaço XadrezTotal, durante o Carnaval. Além de valer o título máximo do xadrez feminino nacional, valeu também como uma das seletivas da equipe para a próxima Olimpíada. Classificar-se-ão para a equipe as jogadoras com os melhores ratings-performances tomados nas seguintes competições: Abertos do Brasil, Semifinais de Brasileiro e Finais de Brasileiro; nos anos de 2015 e 2016.

Tabela final do Brasileiro. A última coluna contém os rating-performances
Tabela final do Brasileiro. A última coluna contém os rating-performances

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

20º Torneio Relâmpago 'Cidade de São Paulo'

O MF Adriano Lucas Caldeira Marques venceu o 20º Torneio Relâmpago 'Cidade de São Paulo'. Caldeira marcou 9 pontos nas 11 rodadas disputadas.A meio ponto dele ficaram o MI Herman Claudius e André Sasson Salama. No total, 69 participaram da prova, que retornou após um hiato de dois anos. Foi o primeiro torneio organizado pela Federação Paulista de Xadrez este ano e também a primeira competição que arbitrei em 2016. Comigo arbitrou Henrique Eric Salama, que acumulou a função de diretor da prova. Salama é o novo presidente da FPX.
Como sempre, o torneio foi realizado em 25 de janeiro, aniversário da cidade. Meu irmão, Vinicius Paulo, também faz aniversário no dia. Essa aliás é a razão de seu segundo nome ser Paulo. O médico responsável por trazê-lo ao mundo, Dr. Pedro Paulo Monteleone, já falecido, também nascido num 25/1, foi quem sugeriu incluir Paulo no nome. Vinicius, por razões compreensíveis, jogou poucas edições do torneio, incluindo a primeira e agora a vigésima. Esta foi a sua melhor participação na prova, conquistando 7½ pontos. Os pontos altos de sua performance foram as vitórias sobre os MFs Armen Proudian e Luiz Guilherme Abdalla e sobre seu velho rival/colega de categorias menores, MI Vinicius Marques.

O campeão e os árbitro - foto: Herman Claudius
O campeão e os árbitro - foto: Herman Claudius

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Ver-o-fino - 7 meses do Espaço Xadrez Total

Em 12 de janeiro foi realizado no Espaço Xadrez Total o torneio "Ver-o-fino - 7 meses do Espaço Xadrez Total". Além dos 7 meses do Espaço, na data comemorava-se os 400 anos de fundação da Cidade de Belém. Daí o nome do torneio, um jogo de palavras com o famoso mercado belenense "Ver-o-peso". Como pode ser visto na foto abaixo, havia ainda uma terceira comemoração no dia! 8-)

40 anos! - foto: XadrezTotal
40 anos! - foto: XadrezTotal
O ritmo de jogo, como não poderia deixar de ser na ocasião, foi de quatro minutos nocaute (xadrez relâmpago). O torneio foi disputado em sete rodadas, pelo sistema suíço, com a lotação máxima então permitida pelo Espaço (23 jogadores). O MI Herman Claudius venceu a prova com 6½ (cedeu um empate para Vinicius Paulo). O MF Álvaro Aranha foi o segundo a meio ponto. Vivian Heinrichs e Dirk Dagobert, com 5, dividiram a terceira colocação. Eu fiz três pontos (+3-4) mas foi especialmente prazeiroso enfrentar meu ex-colega de escola Luiz Claudio Cosenza da Rocha e Leandro Roverso (essa eu perdi mas qualquer um que já tenha visto uma de nossas partidas sabe do que estou falando).

Entregando o prêmio (cubo 3x3x3) ao campeão - foto: Egidio Federzoni
Entregando o prêmio (cubo 3x3x3) ao campeão - foto: Egidio Federzoni
Três prêmios foram distribuídos aos melhores colocados: dois cubos mágicos antes pertencentes à minha coleção e um livro de xadrez, pelo sistema de escolha pelo melhor colocado. Como os jogadores que fizeram 5 pontos já tinham o livro em questão, ele acabou sendo entregue ao quinto colocado, Vinicius.

O co-organizador e árbitro Mauro Amaral, o vice-campeão MF Álvaro Aranha (com seu cubo 2x2x2 de prêmio) e eu - foto: Egidio Federzoni
O co-organizador e árbitro Mauro Amaral, o vice-campeão MF Álvaro Aranha e eu - foto: Egidio Federzoni